{"id":3567,"date":"2017-11-01T15:31:50","date_gmt":"2017-11-01T18:31:50","guid":{"rendered":"http:\/\/advocaciapinheiro.adv.br\/?p=3567"},"modified":"2018-12-06T19:54:48","modified_gmt":"2018-12-06T19:54:48","slug":"legitimidade-passiva-do-agente-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/","title":{"rendered":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO"},"content":{"rendered":"<p>EMENTA<br \/>\n<strong>PROCESSO CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. PESSOA JUR\u00cdDICA\u00a0DE DIREITO P\u00daBLICO. ATO DE DELEGADO NO EXERC\u00cdCIO\u00a0DA FUN\u00c7\u00c3O. LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO.<\/strong> Nada obsta que a v\u00edtima acione diretamente o causador do dano por a\u00e7\u00e3o dolosa ou culposa na condi\u00e7\u00e3o de agente p\u00fablico. O artigo 37, 6\u00ba da CF n\u00e3o impede que a v\u00edtima de dano decorrente de ato de servidor p\u00fablico proponha contra este a\u00e7\u00e3o direta. Recurso provido. Decis\u00e3o un\u00e2nime.<\/p>\n<p>AC\u00d3RD\u00c3O<br \/>\nAcordam os membros do Grupo II da 1\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel, do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de Sergipe, por unanimidade, em conhecer do apelo e lhe dar provimento&#8230;<br \/>\nAracaju\/SE, 29 de Outubro de 2001.<br \/>\nDES. ROBERTO EUGENIO DA FONSECA PORTO<br \/>\nRELATOR<\/p>\n<p>RELAT\u00d3RIO<\/p>\n<p>A MM. Ju\u00edza de Direito da 15\u00aa Vara C\u00edvel da Comarca de Aracaju julgou extinta uma a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o por perdas e danos com o fundamento de ilegitimidade passiva ad causam, ajuizada por GUTO ESCAPE PE\u00c7AS E ACESS\u00d3RIOS LTDA contra LUCIANO DIAS CARDOSO, Delegado de Pol\u00edcia, por entender que a responsabilidade civil reclamada deve ser imputada ao Estado de Sergipe. A a\u00e7\u00e3o decorre do fato do apelante ter apreendido um autom\u00f3vel, marca Chevrolet, tipo chevette, cor cinza, placa policial MOB &#8211; 6480-PB, na oficina de propriedade da apelado, sob a alega\u00e7\u00e3o de o referido ve\u00edculo ser suspeito de produto de crime. Irresignado com a decis\u00e3o, a autora intentou a presente apela\u00e7\u00e3o. Em suas raz\u00f5es, \u00e0s fls. 126\/129, a apelante alega que o ve\u00edculo fora deixado em sua oficina para que fossem feitos alguns reparos nos freios, importando os servi\u00e7os em R$ 405,00 (quatrocentos e cinco reais). Ap\u00f3s o cumprimento do servi\u00e7o pactuado, o apelado, no momento da apreens\u00e3o do ve\u00edculo, n\u00e3o estava no exerc\u00edcio de suas fun\u00e7\u00f5es e mesmo que estivesse, ainda assim, seria respons\u00e1vel pela repara\u00e7\u00e3o dos danos sofridos pela demandante. Destarte, pugna pela reforma da fustigada decis\u00e3o para responsabilizar o demandado na indeniza\u00e7\u00e3o requerida. Em sede de contra-raz\u00f5es, fls. 133\/137, sustenta, o apelado, que estava no cumprimento de seus deveres como Delegado de Pol\u00edcia e apreendeu o supramencionado ve\u00edculo sob suspeita de ser produto de crime com vistas a instaura\u00e7\u00e3o de inqu\u00e9rito policial para apurar crimes praticados por um indiv\u00edduo do nome Valacir, o mesmo que deixou o citado ve\u00edculo para os servi\u00e7os na oficina da apelante, sendo, portanto parte ileg\u00edtima no polo passivo, denunciando \u00e0 lide o Estado de Sergipe e requerendo o improvimento do recurso. Instada a se manifestar, a douta Procuradoria de Justi\u00e7a opinou pela manuten\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a. \u00c9 o relat\u00f3rio. \u00c0 douta Revis\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>VOTO<\/p>\n<p>O recurso \u00e9 tempestivo e se encontra devidamente preparado, merecendo ser conhecido.<\/p>\n<p>Merecem prosperar os argumentos da apelante, haja vista que est\u00e1 evidente nos autos que o apelado \u00e9, de fato, funcion\u00e1rio p\u00fablico, e, nesta condi\u00e7\u00e3o, os atos por ele praticados se considerados il\u00edcitos no uso de suas fun\u00e7\u00f5es, agindo com dolo ou culpa, a este cabe a responsabilidade na repara\u00e7\u00e3o dos danos causados.<\/p>\n<p>Hodiernamente, o entendimento doutrin\u00e1rio \u00e9 no sentido de que nada obsta que o lesado intente a\u00e7\u00e3o direta contra o causador do dano ainda que este seja funcion\u00e1rio p\u00fablico.<\/p>\n<p>Discorrendo sobre a mat\u00e9ria, o insigne professor Rui Stoco em sua obra Tratado de Responsabilidade Civil, 5\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, p. 898\/899, Ed. Revista dos Tribunais, assim expressa:<\/p>\n<p>\u0093&#8230;Nos casos em que os danos causados a terceiros comprometem ou empenham a responsabilidade do Estado por ato doloso ou culposo de seus servidores, aquele que tem legitimidade ativa ad causam pode ajuizar a a\u00e7\u00e3o contra o Estado e seu servidor, em litiscons\u00f3rcio passivo facultativo; apenas contra o Estado, ou apenas contra o servidor. \u0093<\/p>\n<p>Negar o direito de o particular acionar o servidor que obrou culposamente com fundamento na responsabilidade subjetiva ou aquiliana ser\u00e1 negar vig\u00eancia ao comando emergente dos arts. 159 e 160 do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n<p>Na mesma obra supra, cita outros autores dentre eles Oswaldo Aranha Bandeira de Mello, que diz:<\/p>\n<p>\u0093Se fundada a a\u00e7\u00e3o no dolo ou culpa do agente da Administra\u00e7\u00e3o, o particular poder\u00e1 propor a a\u00e7\u00e3o mesmo s\u00f3 contra o agente p\u00fablico.\u0094<\/p>\n<p>E, assim finaliza o mestre:<\/p>\n<p>\u0093Perceba-se que se a a\u00e7\u00e3o for intentada diretamente contra o agente do Estado, estabelece-se uma linha direta, de modo que ele responder\u00e1 pelos danos que causou. Apenas tal ocorreu mais rapidamente.\u0094<\/p>\n<p>Acerca da responsabilidade civil das pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico assim prev\u00ea a Carta Magna no artigo 37, 6\u00ba , in verbis:<\/p>\n<p>\u0093As pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico e as de direito privado prestadoras de servi\u00e7os p\u00fablicos responder\u00e3o pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o respons\u00e1vel nos casos de dolo ou culpa.\u0094<\/p>\n<p>Antes mesmo de o dispositivo constitucional ser institu\u00eddo o C\u00f3digo Civil j\u00e1 previa no artigo 15, a responsabilidade das pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico por atos de seus agentes quando assim preconiza:<\/p>\n<p>\u0093As pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico s\u00e3o civilmente respons\u00e1veis por atos dos seus representantes que nessa qualidade causem danos a terceiros, procedendo de modo contr\u00e1rio ao direito ou faltando a dever prescrito em lei, salvo o direito regressivo contra os causadores do dano.\u0094<\/p>\n<p>Diante de tais dispositivos \u00e9 de se concluir que nada obsta ao particular que tiver sido lesado intentar a a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o contra o causador do dano, aquele tem a op\u00e7\u00e3o de escolha entre demandar o Estado ou o agente p\u00fablico que haja dado causa ao evento danoso.<\/p>\n<p>Ainda, na obra supramencionada o autor cita o entendimento de Adilson Abreu Dallari, in verbis:<\/p>\n<p>\u0093O sistema constitucional brasileiro consagra a responsabilidade pessoal do agente condicionada \u00e0 exist\u00eancia de culpa e a responsabilidade incondicionada e direta do Estado como garantia da plena indeniza\u00e7\u00e3o da v\u00edtima. Resguarda, entretanto, ao Estado o poder-dever de agir regressivamente contra o agente, quando houver sido diretamente responsabilizado por ato pessoal culposo do agente, mas n\u00e3o pro\u00edbe a responsabiliza\u00e7\u00e3o direta do agente, como, de resto, estipula o novo C\u00f3digo de Processo Civil em seus arts. 70 e 76\u0094 (Regime constitucional dos servidores p\u00fablicos. Ed. RT, S. Paulo, 2\u00aa ed., 2\u00aa tiragem, 1990, p. 139-140).<\/p>\n<p>E acrescenta:<\/p>\n<p>\u0093Entendemos, portanto, ser juridicamente infundado o entendimento no sentido de que o agente n\u00e3o pode ser acionado diretamente. Seria de se perguntar que preju\u00edzo poderia advir disto? Se fosse culpado, de qualquer forma teria que indenizar. Se inocente, nenhum preju\u00edzo sofreria, pois, o sistema processual brasileiro consagra o princ\u00edpio da sucumb\u00eancia\u0094. (op. cit., p.142).<br \/>\nE conclui o mestre Rui Stoco:<\/p>\n<p>\u0093Em verdade, a op\u00e7\u00e3o de escolha \u00e9 da v\u00edtima, pois se o legitimado ativo promove a a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o apenas contra o agente p\u00fablico, ter\u00e1 que provar sua culpabilidade e, ademais, assumir o risco dele n\u00e3o ter com que pagar. Contudo, se for ele solvente, a execu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais simples, eficiente e r\u00e1pida.<\/p>\n<p>Se ingressar em Ju\u00edzo primeiro contra o Estado, ficaria dispensado de demonstrar a culpa (ou dolo), mas teria que se submeter ao crit\u00e9rio de execu\u00e7\u00e3o estabelecido no art. 730 do CPC, e ingressar na fila dos precat\u00f3rios judiciais, aguardando sua vez de receber por dois anos, no m\u00ednimo, ainda que o cr\u00e9dito seja considerado como de natureza aliment\u00edcia (CF\/88, art. 100), considerando que tamb\u00e9m para esses cr\u00e9ditos \u00e9 estabelecida uma ordem \u00e0 parte de precat\u00f3rios,<br \/>\npara cumprimento dos of\u00edcios requisit\u00f3rios expedidos.\u0094<\/p>\n<p>N\u00e3o raros os arestos posicionados no mesmo sentido:<\/p>\n<p>\u0093A responsabilidade objetiva do Estado pelos preju\u00edzos causados por seus agentes n\u00e3o afasta o direito que tem o prejudicado de postular a necess\u00e1ria repara\u00e7\u00e3o diretamente do funcion\u00e1rio que causou o dano\u0094 (STF &#8211; 1\u00aa T. &#8211; RE &#8211; Rel. Ant\u00f4nio Neder &#8211; j. 4.12.79 &#8211; RT 538\/275).<\/p>\n<p>\u0093O fato de a Constitui\u00e7\u00e3o garantir o direito de uma a\u00e7\u00e3o, em que a prova de culpa \u00e9 dispens\u00e1vel e o pagamento assegurado pelas for\u00e7as do er\u00e1rio, n\u00e3o priva o lesado da op\u00e7\u00e3o de agir diretamente contra o funcion\u00e1rio, culpado e solv\u00e1vel, em busca de um procedimento mais expedido de execu\u00e7\u00e3o. Ao servidor p\u00fablico, nenhum interesse leg\u00edtimo se lhe atinge, porquanto estaria sujeito, de outro modo, a suportar a a\u00e7\u00e3o regressiva, faculdade do Estado, indispon\u00edvel pelo Administrador\u0094 (STF &#8211; x 1\u00aa T. &#8211; RE &#8211; Rel. Octavio Gallotti &#8211; j. 20.9.85 &#8211; RTJ 115\/1383).<\/p>\n<p>\u0093Relativamente \u00e0 recomposi\u00e7\u00e3o de preju\u00edzos causador por quem atua investido de fun\u00e7\u00e3o de natureza p\u00fablica, nada impede que o lesado acione exclusivamente o Estado, como, da mesma forma, pode faz\u00ea-lo em rela\u00e7\u00e3o ao respons\u00e1vel direto, ou a ambos, conjuntamente\u0094(TJSP &#8211; 3\u00aa C. &#8211; Einfrs. &#8211; Rel. J. Roberto Bedran &#8211; j. 28.9.93 &#8211; JTJ-LEX 151\/117).<\/p>\n<p>Diante de tais considera\u00e7\u00f5es conhe\u00e7o do recurso para lhe dar provimento, reformando a senten\u00e7a a quo, determinando a baixa dos autos para o regular andamento do feito.<\/p>\n<p>\u00c9 como voto.<\/p>\n<p>Aracaju\/SE,29 de Outubro de 2001.<br \/>\nDES. ROBERTO EUGENIO DA FONSECA PORTO<br \/>\nRELATOR<\/p>\n<p>TRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A DO ESTADO DE SERGIPE<\/p>\n<p>AC\u00d3RD\u00c3O: 20012540<br \/>\nAPELA\u00c7\u00c3O C\u00cdVEL 1178\/2000<br \/>\nPROCESSO: 2000206117<br \/>\nAPELANTE GUTO ESCAPE LTDA.<br \/>\nPROC. ESTADO SAMUEL SOUZA LIMA<br \/>\nAPELADO LUCIANO DIAS CARDOSO<br \/>\nADVOGADO ANTONIO CORREIA MATOS<br \/>\nRELATOR: DES. ROBERTO EUGENIO DA FONSECA PORTO<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EMENTA PROCESSO CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. PESSOA JUR\u00cdDICA\u00a0DE DIREITO P\u00daBLICO. ATO DE DELEGADO NO EXERC\u00cdCIO\u00a0DA FUN\u00c7\u00c3O. LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO. Nada obsta que a v\u00edtima acione diretamente o causador do dano por a\u00e7\u00e3o dolosa ou culposa na condi\u00e7\u00e3o de agente p\u00fablico. O artigo 37, 6\u00ba da CF n\u00e3o impede que a v\u00edtima de dano decorrente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[611],"class_list":["post-3567","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-legal-news","tag-legitimidade-passiva-do-agente-publico"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v23.8 (Yoast SEO v24.1) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO - Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"EMENTA PROCESSO CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. PESSOA JUR\u00cdDICA\u00a0DE DIREITO P\u00daBLICO. ATO DE DELEGADO NO EXERC\u00cdCIO\u00a0DA FUN\u00c7\u00c3O. LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO. Nada obsta que a v\u00edtima acione diretamente o causador do dano por a\u00e7\u00e3o dolosa ou culposa na condi\u00e7\u00e3o de agente p\u00fablico. O artigo 37, 6\u00ba da CF n\u00e3o impede que a v\u00edtima de dano decorrente [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/AdvocaciaAmPinheiro\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-11-01T18:31:50+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2018-12-06T19:54:48+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Pinheiro\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@sp_advogado\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@sp_advogado\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Pinheiro\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\"},\"author\":{\"name\":\"Pinheiro\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/b7cd817243740faca399f29054873fb8\"},\"headline\":\"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO\",\"datePublished\":\"2017-11-01T18:31:50+00:00\",\"dateModified\":\"2018-12-06T19:54:48+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\"},\"wordCount\":1599,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization\"},\"keywords\":[\"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO\"],\"articleSection\":[\"Legal News\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\",\"url\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\",\"name\":\"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO - Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#website\"},\"datePublished\":\"2017-11-01T18:31:50+00:00\",\"dateModified\":\"2018-12-06T19:54:48+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#website\",\"url\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/\",\"name\":\"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o\",\"description\":\"Advogados | Imigra\u00e7\u00e3o | Portugal\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization\",\"name\":\"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o\",\"url\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/advogado-cidadani-portugal-adriano-martins-pinheiro-logo.webp\",\"contentUrl\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/advogado-cidadani-portugal-adriano-martins-pinheiro-logo.webp\",\"width\":1600,\"height\":568,\"caption\":\"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/AdvocaciaAmPinheiro\",\"https:\/\/x.com\/sp_advogado\",\"https:\/\/www.instagram.com\/advocaciabrasilportugal\/\",\"https:\/\/www.facebook.com\/adrianomartinspinheiroadvocacia\",\"https:\/\/www.youtube.com\/user\/PinheiroLAW\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/b7cd817243740faca399f29054873fb8\",\"name\":\"Pinheiro\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f7c804b99a019b968ee9fc812457d64c?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f7c804b99a019b968ee9fc812457d64c?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Pinheiro\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\"],\"url\":\"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/author\/pinheiro\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO - Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO","og_description":"EMENTA PROCESSO CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL. PESSOA JUR\u00cdDICA\u00a0DE DIREITO P\u00daBLICO. ATO DE DELEGADO NO EXERC\u00cdCIO\u00a0DA FUN\u00c7\u00c3O. LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO. Nada obsta que a v\u00edtima acione diretamente o causador do dano por a\u00e7\u00e3o dolosa ou culposa na condi\u00e7\u00e3o de agente p\u00fablico. O artigo 37, 6\u00ba da CF n\u00e3o impede que a v\u00edtima de dano decorrente [&hellip;]","og_url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/","og_site_name":"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/AdvocaciaAmPinheiro","article_published_time":"2017-11-01T18:31:50+00:00","article_modified_time":"2018-12-06T19:54:48+00:00","author":"Pinheiro","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@sp_advogado","twitter_site":"@sp_advogado","twitter_misc":{"Escrito por":"Pinheiro","Tempo estimado de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/"},"author":{"name":"Pinheiro","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/b7cd817243740faca399f29054873fb8"},"headline":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO","datePublished":"2017-11-01T18:31:50+00:00","dateModified":"2018-12-06T19:54:48+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/"},"wordCount":1599,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization"},"keywords":["LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO"],"articleSection":["Legal News"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/","url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/","name":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO - Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o","isPartOf":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#website"},"datePublished":"2017-11-01T18:31:50+00:00","dateModified":"2018-12-06T19:54:48+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/legitimidade-passiva-do-agente-publico\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"LEGITIMIDADE PASSIVA DO AGENTE P\u00daBLICO"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#website","url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/","name":"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o","description":"Advogados | Imigra\u00e7\u00e3o | Portugal","publisher":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#organization","name":"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o","url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/advogado-cidadani-portugal-adriano-martins-pinheiro-logo.webp","contentUrl":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/advogado-cidadani-portugal-adriano-martins-pinheiro-logo.webp","width":1600,"height":568,"caption":"Advocacia Portugal | Imigra\u00e7\u00e3o"},"image":{"@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/AdvocaciaAmPinheiro","https:\/\/x.com\/sp_advogado","https:\/\/www.instagram.com\/advocaciabrasilportugal\/","https:\/\/www.facebook.com\/adrianomartinspinheiroadvocacia","https:\/\/www.youtube.com\/user\/PinheiroLAW"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/b7cd817243740faca399f29054873fb8","name":"Pinheiro","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f7c804b99a019b968ee9fc812457d64c?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f7c804b99a019b968ee9fc812457d64c?s=96&d=mm&r=g","caption":"Pinheiro"},"sameAs":["https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en"],"url":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/author\/pinheiro\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3567","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3567"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3567\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4385,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3567\/revisions\/4385"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}