{"id":4192,"date":"2018-11-03T18:02:36","date_gmt":"2018-11-03T21:02:36","guid":{"rendered":"http:\/\/advocaciapinheiro.adv.br\/?p=4192"},"modified":"2018-12-06T19:54:39","modified_gmt":"2018-12-06T19:54:39","slug":"dano-moral-advogado-processo-judicial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/advocaciapinheiro.com\/en\/dano-moral-advogado-processo-judicial\/","title":{"rendered":"Dano moral por ofensas de advogado no processo judicial"},"content":{"rendered":"<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 muito comum que as pessoas sintam-se ofendidas com as argumenta\u00e7\u00f5es ou &#8220;acusa\u00e7\u00f5es&#8221; utilizadas pelos advogados e demais envolvidos no processo judicial.<\/p>\n<p>H\u00e1 aqueles que, por desconhecimento, aventura jur\u00eddica, ilus\u00e3o ou inexperi\u00eancia, decidem ajuizar a\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria ou registrar boletim de ocorr\u00eancia contra seu opositor.<\/p>\n<p>A \u00fanica forma de evitar a ilus\u00e3o e aventura jur\u00eddica \u00e9 a an\u00e1lise da legisla\u00e7\u00e3o e jurisprud\u00eancia. Qualquer parecer sem a referida an\u00e1lise \u00e9 imprudente. Dito isso, prossigamos.<\/p>\n<p><strong>C\u00f3digo Penal (inj\u00faria e difama\u00e7\u00e3o em processo judicial)<\/strong><\/p>\n<p>O artigo 142, do C\u00f3digo Penal, \u00e9 bem claro ao dizer que n\u00e3o h\u00e1 inj\u00faria ou difama\u00e7\u00e3o pun\u00edvel, quando a ofensa \u00e9 irrogada em ju\u00edzo (processo judicial), seja pela parte (requerente ou requerido), seja pelo advogado.<\/p>\n<p>Transcreve-se o referido artigo abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Art. 142 &#8211; <span style=\"text-decoration: underline;\">N\u00e3o<\/span> constituem inj\u00faria ou difama\u00e7\u00e3o pun\u00edvel:<\/em><br \/>\n<em>I &#8211; a <span style=\"text-decoration: underline;\">ofensa irrogada em ju\u00edzo<\/span>, na discuss\u00e3o da causa, pela <span style=\"text-decoration: underline;\">parte<\/span> ou por seu <span style=\"text-decoration: underline;\">procurador<\/span>\u201d.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>A referida norma \u00e9 suficiente para esclarecer que a narrativa lan\u00e7ada em processos judiciais n\u00e3o configura ato il\u00edcito. Note-se que o legislador afirmou que tais atos n\u00e3o s\u00e3o &#8220;pun\u00edveis&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Imunidade do Advogado<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">As peti\u00e7\u00f5es s\u00e3o redigidas por advogados<\/span>, e n\u00e3o, pelas partes. Assim, a responsabilidade quanto \u00e0 escolha das palavras recairia, em tese, sobre o profissional (h\u00e1 algumas considera\u00e7\u00f5es complexas acerca do tema).<\/p>\n<p>Em se tratando de responsabilidade do advogado, \u00e9 impreter\u00edvel tecer as considera\u00e7\u00f5es adiante expostas.<\/p>\n<p>O advogado possui <span style=\"text-decoration: underline;\">imunidade<\/span> prevista na Constitui\u00e7\u00e3o Federal (CF). Logo, n\u00e3o h\u00e1 decis\u00e3o judicial ou qualquer outra lei que possa atingir tal imunidade (relativa).<\/p>\n<p>A CF rege que :<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Art. 133. O advogado \u00e9 indispens\u00e1vel \u00e0 administra\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, sendo inviol\u00e1vel por seus atos e manifesta\u00e7\u00f5es no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o, nos limites da lei&#8221;.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>A referida imunidade \u00e9 prevista em lei especial, conforme previsto no \u00a7 2\u00ba, do artigo 7\u00ba, da Lei 8.904\/94, como se v\u00ea abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;<strong>O advogado tem <span style=\"text-decoration: underline;\">imunidade<\/span> profissional<\/strong>, <strong>n\u00e3o constituindo <span style=\"text-decoration: underline;\">inj\u00faria<\/span>, <span style=\"text-decoration: underline;\">difama\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong> ou desacato pun\u00edveis qualquer manifesta\u00e7\u00e3o de sua parte, no exerc\u00edcio de sua atividade, em ju\u00edzo ou fora dele, sem preju\u00edzo das san\u00e7\u00f5es disciplinares perante a OAB, pelos excessos que cometer&#8221;.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Como dito, o advogado tem, no exerc\u00edcio de sua atividade, a imunidade profissional, n\u00e3o constituindo inj\u00faria e difama\u00e7\u00e3o qualquer manifesta\u00e7\u00e3o de sua parte (desacato retirado pelo STF).<\/p>\n<p>Saliente-se que, a defini\u00e7\u00e3o de &#8220;excesso&#8221; pode ser bastante distante do conceito dos leigos, merecendo uma melhor explica\u00e7\u00e3o em texto pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Em resumo, pode-se afirmar que, na pr\u00e1tica, \u00e9 rar\u00edssimo que uma manifesta\u00e7\u00e3o de um advogado seja considerada excesso. A an\u00e1lise de tal excesso \u00e9 compet\u00eancia da OAB &#8211; e n\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Dano Moral (necessidade de ato il\u00edcito)<\/strong><\/p>\n<p>Para que haja indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral deve haver: a) ato il\u00edcito; b) nexo causal e; c) dano. Logo, se n\u00e3o h\u00e1 ato il\u00edcito, n\u00e3o h\u00e1 indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao leitor apressado, poder\u00e1 passar despercebido o fato de que, em processo judicial, as &#8220;manifesta\u00e7\u00f5es&#8221; tecidas pelo advogado n\u00e3o constitui ato pun\u00edvel. \u00c9 dizer, n\u00e3o constitui ato il\u00edcito, conforme j\u00e1 demonstrado acima (Constitui\u00e7\u00e3o Federal, C\u00f3digo Penal e Lei 8.904\/94).<\/p>\n<p>A indeniza\u00e7\u00e3o &#8211; chamada no C\u00f3digo Civil de &#8220;repara\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; somente \u00e9 devida ser houver a configura\u00e7\u00e3o do ato il\u00edcito.<\/p>\n<p>Para n\u00e3o restar d\u00favidas, transcreve-se o artigo 927, do C\u00f3digo Civil:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Art. 927. Aquele que, por <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>ato il\u00edcito<\/strong><\/span> (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">repar\u00e1-lo&#8221;<\/span><\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Existe dano?<\/strong><\/p>\n<p>O dano \u00e9 relativo, pois como se ver\u00e1 adiante, o ser humano possui varia\u00e7\u00f5es quanto a sua sensibilidade, podendo, inclusive, ser hipersens\u00edvel ou melindroso. Assim, para algumas pessoas qualquer ato pode lhe convencer da exist\u00eancia de dano moral.<\/p>\n<p>Ainda sobre o dano, deve-se anotar que os tribunais consideram muitos fatos como \u201cfatos n\u00e3o indeniz\u00e1veis\u201d, bem como intitulam de muitos como \u201cmero aborrecimento\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 dizer, mesmo que uma conduta seja considerada imoral, amoral ou reprov\u00e1vel, n\u00e3o significar\u00e1, necessariamente, um fato indeniz\u00e1vel.<\/p>\n<p>De qualquer forma, enfatize-se que, mesmo que algu\u00e9m defenda que existiu o dano, n\u00e3o h\u00e1 como haver indeniza\u00e7\u00e3o, sem a configura\u00e7\u00e3o do ato il\u00edcito.<\/p>\n<p>Lado outro, o artigo 188, do C\u00f3digo Civil, \u00e9 claro ao dizer que n\u00e3o h\u00e1 ato il\u00edcito, quando h\u00e1 o &#8220;<span style=\"text-decoration: underline;\">exerc\u00edcio regular de um direito reconhecido<\/span>&#8220;.<\/p>\n<p>Conveniente transcrever:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Art. 188. <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">N\u00e3o<\/span> constituem atos il\u00edcitos<\/strong>:<\/em><br \/>\n<em>I &#8211; os praticados em leg\u00edtima defesa ou no exerc\u00edcio regular de um direito reconhecido&#8221;.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>O advogado, ao exercer sua profiss\u00e3o, est\u00e1 no \u201cexerc\u00edcio regular de um direito reconhecido\u201d (vide legisla\u00e7\u00f5es acima). Logo, suas manifesta\u00e7\u00f5es &#8220;n\u00e3o constituem atos il\u00edcitos&#8221;.<\/p>\n<p>Em simples palavras, as manifesta\u00e7\u00f5es do advogado em processo judicial, em regra, n\u00e3o constituem ato il\u00edcito, tendo em vista sua imunidade profissional prevista na legisla\u00e7\u00e3o, bem como o exerc\u00edcio regular de um direito reconhecido.<\/p>\n<p>Considerando que o presente texto fundamenta-se em legisla\u00e7\u00e3o transcrita, eventuais opini\u00f5es contr\u00e1rias ter\u00e3o a \u00e1rdua tarefa de contrariar a pr\u00f3pria lei.<\/p>\n<p><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Como sempre, buscamos trazer casos pr\u00e1ticos, para que o leitor saiba como os tribunais interpretam e aplicam a legisla\u00e7\u00e3o. Isso porque, h\u00e1 sempre o risco de o leigo atrever-se em interpretar e formar conceitos equivocados, acerca da aplica\u00e7\u00e3o das leis.<\/p>\n<p>Transcreve-se abaixo o emblem\u00e1tico o trecho da decis\u00e3o prolatada pelo Desembargador Brenno Marcondes reproduzido abaixo (RT 597\/321, rei. Des. Brenno Marcondes):<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;A lei confere \u00e0 parte ou a seu procurador o <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">direito de ofender<\/span><\/strong>, na discuss\u00e3o da causa, o ex adverso, pois na defesa dos interesses particulares sobreleva necessidade, imperiosa muitas vezes, e inadi\u00e1vel em outras, de se travar o debate com acrim\u00f4nia, <span style=\"text-decoration: underline;\">deseleg\u00e2ncia<\/span>, tudo na tentativa de mostrar a verdade. <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Na defesa da causa o advogado n\u00e3o pode omitir argumento algum<\/span><\/strong>, <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">e n\u00e3o s\u00e3o poucas as vezes em que interesses conflitantes exigem ataques mais violentos<\/span><\/strong>. No pedido de protesto contra aliena\u00e7\u00e3o de bens sobretudo, por sua pr\u00f3pria natureza, <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">deve o advogado usar termos candentes, pesados, agressivos, pois com eles pretende evitar que a outra parte disponha de um direito seu<\/span><\/strong>&#8220;.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Por \u00f3bvio, as manifesta\u00e7\u00f5es do advogado devem se referir ao caso, n\u00e3o podendo se levar o tema ao extremo, a ponto de defender a tese de que o advogado poderia tecer ofensas aos envolvidos, sem qualquer contexto do processo. Presume-se que um advogado seja dotado de bom senso e equil\u00edbrio.<\/p>\n<p><strong>Exemplo &#8211; Caso de investiga\u00e7\u00e3o de paternidade (Apela\u00e7\u00e3o n\u00b0 994.05.045281-4)<\/strong><\/p>\n<p>Uma mulher sentiu-se ofendida quando aquele que ela tinha como o pai da crian\u00e7a negou a paternidade em ju\u00edzo. Segundo ela, a ofensa \u00e0 honra era evidente, tendo, assim, ajuizado uma a\u00e7\u00e3o, pleiteando indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Contudo, a mulher perdeu em primeira e segunda inst\u00e2ncia, pois o requerido (posteriormente reconhecido como pai por exame de dna), tinha o direito de negar a paternidade, sem que o fato fosse &#8220;indeniz\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>O ju\u00edzo acrescentou que os fatos alegados n\u00e3o s\u00e3o destinados ao p\u00fablico, e sim, ao Judici\u00e1rio, n\u00e3o havendo, portanto, a indeniza\u00e7\u00e3o de ofender. Al\u00e9m disso, considerou que os processos de fam\u00edlia tramitam em segredo de justi\u00e7a, limitando, ainda mais, a publicidade das alega\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Entendimento pac\u00edfico da jurisprud\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Para evitar um texto cansativo, conclui-se com os dizeres do Desembargador Paulo Eduardo Razuk, do Tribunal de Justi\u00e7a do de S\u00e3o Paulo:<\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cAssim sendo, o emprego de express\u00f5es fortes ou mesmo inadequadas na acalorada discuss\u00e3o da causa deve ser tolerado, n\u00e3o constituindo il\u00edcito penal ou civil, a ensejar a repara\u00e7\u00e3o por dano moral\u201d (AC n\u00ba 9097900-54.2005.8.26.0000, j. 8.2.2011).<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Entende-se, tamb\u00e9m, que, se abrisse o precedente de a\u00e7\u00f5es indenizat\u00f3rias, em raz\u00e3o das teses de autor e r\u00e9u, haveria uma a\u00e7\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o, para cada a\u00e7\u00e3o ajuizada. Isso porque, n\u00e3o h\u00e1 como haver lit\u00edgio, sem interesses conflitantes, acusa\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas e afirma\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias.<\/span><\/p>\n<p><strong>Doutrina<\/strong><\/p>\n<p>Aplica-se ao caso o trecho do ilustre jurista An\u00edbal Bruno abaixo, ao tratar da <strong>imunidade judici\u00e1ria<\/strong>:<\/p>\n<blockquote><p><em>(&#8230;) \u201cjustifica-se, de um lado, pelo interesse da Justi\u00e7a em assegurar que os direitos que se procura garantir no debate perante o ju\u00edzo n\u00e3o tenham a sua defesa tolhida pelo <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>temor<\/strong><\/span> de que <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>determinado argumento ou determinada express\u00e3o venham a incidir na acusa\u00e7\u00e3o de crime<\/strong><\/span>\u201d (Direito Penal, Parte Especial I, tomo IV, Ed. Forense, 1966, p\u00e1gina 329).<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Tem-se, portanto, que, se n\u00e3o houvesse imunidade, o processo judicial restaria prejudicado, uma vez que, as partes e os advogados deixariam de atuar, plenamente, em raz\u00e3o de temor de consequ\u00eancias c\u00edveis ou criminais.<\/p>\n<p><strong>Obriga\u00e7\u00e3o de &#8220;destemor\u201d do Advogado<\/strong><\/p>\n<p>Pois bem, o jurista An\u00edbal Bruno explicitou que a imunidade judici\u00e1ria serve para afastar o temor das partes e dos advogados.<\/p>\n<p>Nesse contexto, imperioso lembrar que, o <span style=\"text-decoration: underline;\">C\u00f3digo de \u00c9tica da OAB<\/span>, em seu artigo 2\u00ba, inciso II, determina que o advogado atue com &#8220;<span style=\"text-decoration: underline;\">destemor<\/span>&#8220;.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3! A Lei 8.904\/94, em seu artigo 31, \u00a7 1\u00ba e 2\u00ba, determina que o advogado atue com independ\u00eancia e, ainda, que n\u00e3o tenha receio de &#8220;desagradar a magistrado ou a qualquer autoridade&#8221;.<\/p>\n<p>\u00c9 o que se demonstra abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>&#8220;Art. 31 (&#8230;).<\/em><br \/>\n<em>\u00a7 1\u00ba O advogado, no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o, deve manter <span style=\"text-decoration: underline;\">independ\u00eancia<\/span> em qualquer circunst\u00e2ncia.<\/em><br \/>\n<em>\u00a7 2\u00ba <span style=\"text-decoration: underline;\">Nenhum receio de desagradar a magistrado ou a qualquer autoridade<\/span>, nem de incorrer em <span style=\"text-decoration: underline;\">impopularidade<\/span>, deve <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">deter<\/span> <\/strong>o advogado no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Como se v\u00ea, o advogado deve possuir uma personalidade destemida e independente, n\u00e3o se deixando levar por &#8220;receios&#8221; de desaprova\u00e7\u00e3o ou opini\u00f5es de terceiros, sob pena de prejudicar aquele que lhe confiou a defesa de seus interesses.<\/p>\n<p>Em outras palavras, o advogado \u201ccheio de temores\u201d jamais poder\u00e1 ser um advogado que bem representa seu constituinte.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Para qualquer esclarecimento jur\u00eddico \u00e9 necess\u00e1rio haver fundamenta\u00e7\u00e3o. Em se tratando, por exemplo, do tema indeniza\u00e7\u00e3o, pergunte-se: <strong>H\u00e1 ato il\u00edcito? O que diz a lei?<\/strong><\/p>\n<p>Por fim, o C\u00f3digo de \u00c9tica da OAB, em seu artigo 2\u00ba, inciso VII, determina que \u00e9 dever do advogado \u201c<em>aconselhar o cliente a <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>n\u00e3o ingressar em aventura judicial<\/strong><\/span><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Portanto, tem-se que o leigo pode \u201cimaginar\u201d e \u201cempolgar-se\u201d com uma aventura jur\u00eddica. O advogado, contudo, deve ser apto, conhecedor da legisla\u00e7\u00e3o e da jurisprud\u00eancia, a fim de evitar que seu cliente acredite em um pleito fadado ao fracasso.<\/p>\n<p><strong>* Adriano Martins Pinheiro \u00e9 advogado, articulista e palestrante<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o \u00c9 muito comum que as pessoas sintam-se ofendidas com as argumenta\u00e7\u00f5es ou &#8220;acusa\u00e7\u00f5es&#8221; utilizadas pelos advogados e demais envolvidos no processo judicial. H\u00e1 aqueles que, por desconhecimento, aventura jur\u00eddica, ilus\u00e3o ou inexperi\u00eancia, decidem ajuizar a\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria ou registrar boletim de ocorr\u00eancia contra seu opositor. 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